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HISTÓRIA DE RECIFE

O pequeno porto de Olinda era pouco significativo, sem profundidade para receber as grandes embarcações que cruzavam o Oceano Atlântico. Por sua vez, Recife, povoado chamado pelo primeiro donatário de “Arrecife dos navios“, segundo a Carta de Foral passada a 12 de Março de 1537, veio a ser o porto principal da capitania.

A cidade do Recife tem sua origem intimamente ligada à de Olinda. No foral (carta de direitos feudais) de Olinda, concedido por Duarte Coelho em 1537, há uma referência a “Arrecife dos navios”, um lugarejo habitado por mareantes e pescadores.

A cidade do Recife começou com alguns pescadores e homens do mar que se estabeleceram na estreita porção de terra, que vinha de Olinda e se alargava para as bandas do extremo sul. Os pesados veleiros, que precisavam refrescar em águas bem abrigadas, livres da agitação do ancoradouro de Olinda, buscaram a sombra dos arrecifes, que se erguiam ao sul.

Assim surgiu o Recife, em função do velho ancoradouro situado entre os arrecifes de arenito e a península, onde se misturavam as águas do mar e as dos dois rios – o Capibaribe e o Beberibe.

A pequena colônia de pescadores fundada em 1537, numa localização privilegiada, chamou a atenção de colonizadores portugueses que fundaram um porto no local.

 

Olinda era a capital da Capitania de Pernambuco e passou a escoar toda a produção de açúcar através deste porto.

A evolução das exportações acelerou as atividades portuárias e desenvolveu a povoação, então chamada Povoação dos Arrecifes, ou Ribeira Marinha dos Arrecifes. Esta prosperidade provocou a invasão holandesa.

Estes incendiaram Olinda, fazendo com

que um grande fluxo migratório chegasse a Recife. A Cidade iniciava uma nova fase.

CIDADE DE OLINDA

Olinda ainda era um povoado quando foi fundada, em 1535, pelo primeiro donatário da Capitania de Pernambuco, o português Duarte Coelho. Seu fundador trabalhou muito para seu desenvolvimento através da agricultura e de engenhos de açúcar. Em 1537 é elevada a Vila fazendo com que Duarte Coelho mandasse construir um prédio para a Câmara do Senado de Olinda, que em 1676 passa a pertencer e Igreja, sendo transformado em Palácio Episcopal. Desde 1977 o prédio abriga o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE).

Foi a cidade mais rica dos tempos do Brasil Colônia, chegando a ser considerada como uma “pequena Lisboa”, em função das riquezas que ostentava. Entre 1624 e 1625 foi a Sede da Capitania de Pernambuco, vindo a perder esse status após a invasão holandesa. Foi saqueada e viu suas relíquias e tudo de valor que tinha, serem levados pelos invasores que começavam a construir a Nova Holanda, atual Recife.

Em 1631 Olinda é incendiada pelos holandeses. Por considerarem a sua localização de difícil defesa transferiram a sede para Recife. Após cessarem os conflitos volta a ser sede da capitania, mas sem a força e influência que tinha antes. Em 1837 deixa de ser capital de Pernambuco em definitivo, passando a sua irmã, Recife, a ser sede do governo provincial.

Em 1982 Olinda foi declarada pela UNESCO como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. É a mais antiga entre as cidades brasileiras a receber esse título, e o segundo centro histórico com essa deferência, atrás apenas de Ouro Preto, em Minas Gerais.